É possível atravessar fases de ansiedade, instabilidade emocional e dificuldades nos relacionamentos com mais clareza e sustentação — sem reduzir sua história a rótulos.
Trabalho com a Psicologia Fenomenológico-Existencial, compreendendo o sofrimento a partir do que emerge no seu presente e integrando passado, presente e futuro, para abrir caminhos de escolhas mais alinhados com a sua vida real.
Se você convive com bipolaridade, transtorno borderline ou ansiedade, a terapia pode te ajudar a compreender o que está acontecendo por dentro — e a construir caminhos mais estáveis no cotidiano.
Cuidado humanizado para enfrentar episódios depressivos, fases de mania e os efeitos emocionais e práticos que essas experiências podem gerar nos relacionamentos e na vida profissional.
Reconheça padrões de agressividade, medo de abandono e dificuldade de sustentar vínculos profundos e duradouros.
Um espaço para diminuir a pressão do “e se…”, fortalecer presença no agora e reduzir o desgaste do excesso de futuro.
A Fenomenologia Existencial é uma abordagem que busca compreender a pessoa a partir da experiência vivida — como você sente, pensa, se relaciona e dá sentido ao que acontece. Na terapia, o foco não é encaixar você em um modelo, mas entender como o sofrimento aparece na sua vida, no seu corpo, nas suas relações e no seu modo de existir.
Na prática, isso significa um processo de escuta e investigação cuidadosa do que emerge no presente, integrando história, escolhas e possibilidades. Em vez de tratar você como um “diagnóstico”, a abordagem reconhece sua singularidade e constrói, junto com você, caminhos mais coerentes com o momento que está sendo vivido.
Publicado em Paula BotelhoTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Conhecemos a Fabiana em um momento muito delicado de nossas vidas: o adoecimento emocional da nossa filha adolescente. Seu acolhimento e profissionalismo foram essenciais para que pudéssemos/possamos cuidar da nossa preciosidade, que continua sendo acompanhada. Hoje, estamos muito melhor do que ontem, graças ao trabalho atento e dedicado que nos afeta desde então. Somos imensamente gratos pela sua presença em nossas vidas.Publicado em Rosana BragaTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Excelente profissional. Cuidou do meu filho com zelo, carinho e muita responsabilidade.Publicado em Milena Souza LopesTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Fabi é um presente da vida, calmaria em meio a tempestade, profissional humana, dedicando horas e horas da vida dela para cuidar do outro com todo cuidado e carinho, completaremos 3 anos de parceria e muito crescimento. Fabi é meu remedinho sem efeitos colaterais negativos, é aquele que eu indico para todos e não precisa de prescrição médica, capaz de salvar vidas, com amor, carinho, cuidado e profissionalismo. Essa é a minha Psi do coração.Publicado em Carina AltieriTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. A Fabi é uma profissional ímpar, humana e de extrema empatia. Só tenho a agradecer pelo acolhimento e por ter me acompanhado durante minha jornada. Sua sensibilidade e profissionalismo foram essenciais para a minha evolução.
CRP 05/70008
A psicologia não foi a minha primeira formação. Ela surgiu de uma necessidade genuína de compreender o existir humano — suas dores, contradições, modos de se relacionar e de sustentar a vida. Antes mesmo de me tornar psicóloga, já me atravessava a pergunta sobre o que faz alguém sofrer, resistir, adoecer ou seguir. A psicologia veio, então, como um caminho para aprofundar essa escuta, não para encaixar pessoas em explicações prontas, mas para acompanhar histórias singulares.
Minha trajetória profissional inclui quatro anos de atuação em hospital psiquiátrico, trabalhando tanto na internação em setor de crise quanto no hospital dia, com condução de grupos terapêuticos em dependência química e saúde mental. Essa experiência marcou profundamente minha prática, ao me colocar em contato direto com o sofrimento psíquico em seus momentos mais intensos, exigindo presença, responsabilidade ética e uma escuta que vá além do diagnóstico.
Esses anos reforçaram em mim a compreensão de que o sofrimento psíquico não pode ser reduzido a rótulos, e que o cuidado em saúde mental precisa considerar a história, os vínculos, o contexto social e as possibilidades reais de cada pessoa.
Minha prática clínica é orientada pela Psicologia Fenomenológico-Existencial, com formação pelo Núcleo de Clínica Ampliada Fenomenológica Existencial (NUCAFE/BR), onde realizei a especialização em Psicologia Clínica Fenomenológico-Existencial e a formação em Fenomenologia Decolonial e Clínica Ampliada.
Esses estudos sustentam uma clínica que reconhece que o sofrimento não nasce apenas do indivíduo, mas também das relações e dos atravessamentos sociais, culturais e históricos que compõem cada existência. Por isso, minha escuta busca considerar a pessoa em sua totalidade — corpo, afetos, vínculos, história e mundo.
Além da formação acadêmica, participo continuamente de grupos de estudo sobre temas contemporâneos, entendendo que a clínica exige atualização constante, sensibilidade e abertura para o que emerge no nosso tempo.
No consultório, ofereço um espaço de cuidado onde não há pressa para respostas, nem exigência de desempenho. Um espaço em que é possível falar do que dói, do que confunde, do que cansa — e, aos poucos, construir sentidos mais sustentáveis para existir.
Acredito na psicoterapia como um encontro humano, onde a escuta atenta pode favorecer reconhecimento, responsabilização e novas formas de se relacionar consigo e com o mundo.
O processo terapêutico acontece por meio de encontros regulares, em um espaço de escuta, cuidado e reflexão. A partir das demandas trazidas, o percurso é construído de forma conjunta, respeitando o tempo, a história e a singularidade de cada pessoa.
Não. A terapia não exige diagnóstico. Muitas pessoas procuram atendimento por estarem em sofrimento, confusas, cansadas ou vivendo momentos de transição. O foco está na experiência vivida e no cuidado com aquilo que se apresenta, e não em rótulos.
As sessões geralmente acontecem uma vez por semana, com duração média de 50 minutos. A frequência pode ser ajustada conforme a necessidade e o momento de cada processo terapêutico.
Sim. O sigilo profissional é um princípio ético fundamental da prática psicológica. Todas as informações compartilhadas nas sessões são mantidas em confidencialidade, respeitando os limites previstos pelo Código de Ética Profissiona.
O tempo do processo terapêutico é singular. Não há prazos fixos ou resultados padronizados. A terapia é um percurso de elaboração, compreensão e cuidado, que acontece no ritmo possível para cada pessoa.
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